Os dados fornecidos pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) indicam que o aquecimento global pode ser o principal responsável pelo aumento de raios no período de chuvas. Um estudo vem sendo realizado para comprovar a hipótese de que a cada 1 grau de aumento na temperatura do planeta a incidência de raios pode ser elevada entre 10 e 20%.
Mesmo sem a comprovação desta teoria, o Brasil, por sua posição geográfica, é o país que mais sofre com a incidência de raios. Com cerca de 50 milhões de descargas elétricas por ano, este é um fenômeno que traz vários prejuízos à população e ainda em maior grau às empresas e estabelecimentos comerciais.
Um relâmpago que caia nas proximidades da rede elétrica poderá gerar um pico de tensão que atravessará imediatamente a fiação atingindo o equipamento a ela conectado.Além do risco de queima dos equipamentos e perda de dados, existe o agravante da paralisação de operações muitas vezes vitais para o funcionamento da organização.
No segmento de varejo, por exemplo, a disponibilidade dos serviços de operação de caixa e pagamento (sistema de cartões de crédito e débito) precisa ser ininterrupta. Já no ambiente corporativo, financeiro e da saúde, além de manter ininterrupto e estabilizado o fornecimento da energia, há necessidade de se garantir redundância ao sistema para assegurar seu funcionamento em missões críticas.
O que fazer para se resguardar dos prejuízos ocasionados pelas descargas elétricas provenientes dos raios?
O mais apropriado é o uso de um sistema de controle e condicionamento de energia composto por um ou mais no-breaks.
Além de estabilizar a tensão da rede elétrica que alimenta os equipamentos a ele conectados, o no-break fornece uma autonomia de funcionamento sem necessidade da energia fornecida pela concessionária, que varia de acordo com o grau de segurança que se deseja obter.
Disponíveis em uma ampla gama de potências os No-breaks atendem aos mais variados nichos de mercado, desde o ambiente Home & Office, até os segmentos mais críticos como corporativo, industrial, financeiro, da saúde, entre outros.